O LIVRO VERMELHO DE MARIA VASCO
Tinta Negra
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O LIVRO VERMELHO DE MARIA VASCO

O LIVRO VERMELHO DE MARIA VASCO

Marca: Tinta Negra Referência: 9788563876430

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Amor. Segredos de alcova. A cama como planeta, desejo e criatividade entrelaçados como universo. O côncavo e o convexo da música do Rei Roberto. Dois num só: um no outro, vice-versa. Três, quem sabe? Intensidade rimando com intimidade. O avesso seguido do sossego. Ou do recomeço. Sexo, enfim: eis sobre o que trata ? sem pudores, nem amarras (depende do fetiche) ? a artista plástica, compositora e poeta Maria Vasco no lançamento O livro vermelho de Maria Vasco, novo título da Tinta Negra Bazar Editorial.

 

Musa da popular Banda de Ipanema, bloco de carnaval do Rio de Janeiro do qual foi a primeira porta-estandarte, Maria Vasco fala de sexo com descontração e bom humor, sem censura e cesuras: somente a verdade nua e crua da sedução, da carne, da entrega mútua da melhor das sem-vergonhices. Sexo não é pecado, nem pornografia, mas uma ?ciência? (da paixão). Física e físicos. Atração de corpos. Química da pele. Biologia evolutiva: o início de tudo e de todos.

 

 

Com capa do cartunista, chargista e humorista Chico Caruso, este livro vermelho, rubro e intenso de desejos, enlaces e encaixes, traz 51 poemas desta poeta recifense de origem, mas carioca de coração. Neles, o prazer é palavra de ordem e cada verso, um convite tântrico de sensações onde a culpa não tem vez. ?Sexo?, afinal, é o que vive nas ideias desses amantes, é o que cantam os poetas mais delirantes. É cura para a angústia; saúde e bem-estar ? físico e mental!

 

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Características



    A ESCRITORA

     

    Maria Vasco, nascida Maria Helena Vasconcellos de Lima, em 11 de outubro de 1944, é artista plástica, compositora e poeta. Natural de Recife, mudou-se ainda criança para o Rio de Janeiro, onde cresceu, sambou e cria arte até hoje. Foi a primeira porta-bandeira da Banda de Ipanema — um dos mais conhecidos e democráticos blocos carnavalescos do Rio de Janeiro — e, mais tarde, madrinha. A artista plástica vive no mundo de Mamoremê, criado por ela, onde habitam os Tukurumans. A compositora passeia por diversos ritmos e parceiros. A poeta desfila erotismo em versos pela primeira vez.

     

     

     

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